sábado, 17 de outubro de 2009

PED - PROCESSO DE ELEIÇÃO DIRETA DO PT – MACAÉ TESE DA CHAPA: “TÔ VENDO UMA ESPERANÇA!!!”

1 – Apresentação

Quem somos

- Nossa chapa “Tô vendo uma Esperança!!!”, que está lançando como candidato a presidente do partido o companheiro André “Au Au” Barbosa.

É espaço dos que consideram o PT um partido estratégico na disputa por uma sociedade mais justa.

- Dos que afirmam a necessidade de mudanças profundas no Partido que visam radicalizar sua democracia interna, seu respeito à pluralidade e às minorias.

- Dos que defendem o socialismo democrático e o papel estratégico dos movimentos sociais na disputa de projetos para o país.

Os integrantes da chapa contribuíram para que, na disputa eleitoral de 2008, Macaé tivesse novos atores que disputaram e conquistaram a sociedade.

- Dentre esses atores está o vereador petista Danilo Funke, que foi um exemplo de que a sociedade compartilha da mesma esperança que nós – da política sincera, transparente e, de fato, popular.


2 - Introdução:

O principal desafio do PT em 2010 é vencer as eleições presidenciais e majoritárias nos estados, ampliar nossas forças no Congresso Nacional e nas assembléias legislativas. Tendo como objetivo implementar o programa democrático-popular, articulando a luta de massa, a ação dos movimentos sociais e dos partidos de esquerda, com a atuação de um novo mandato presidencial, que parta das realizações do governo Lula, mas vá além.


3 – Conjuntura - não participação no Governo Riverton e candidaturas 2010 e 2012

3.1 - INTERNACIONAL


- Liderança na América Latina e crise econômica internacional

O Brasil assumiu a liderança política no continente e tem atuado de maneira estratégica diante das crises políticas. Além disso, a estreita aproximação com governos latino-americanos progressistas e de esquerda recoloca o continente numa perspectiva de construção conjunta de outro comportamento diante de ofensivas políticas e econômicas de grandes potências internacionais. Os países do continente, articulados têm conseguido avançar de forma considerável na distribuição de renda e assim resistir a turbulências internacionais. O Brasil se comportou com firmeza diante da crise econômica internacional amenizando os efeitos no que diz respeito à renda, trabalho e políticas sociais. É notório que o sistema neoliberal faliu, a auto-regulação dos mercados caiu por terra e o capitalismo está em cheque. Diante dessa conjuntura propomos:

a) PT precisa entender essa nova configuração do continente, perceber as ofensivas e aprofundar as alianças com as forças populares da América Latina e Caribe.

b) Reafirmar a candidatura do PT à Presidência da República e reeleger o partido para o comando político do país, garantindo os enormes avanços no continente.

c) Mapear e consolidar alianças internacionais para uma nova hegemonia que aponte os caminhos do mundo pós-neoliberalismo.


3.2 - NACIONAL

O PT é o principal partido de esquerda do Brasil, tem história e capacidade para liderar o povo e promover transformações econômicas e sociais na perspectiva socialista e para isso tem que disputar e construir uma hegemonia socialista na sociedade brasileira.

a) Defender uma ampla e profunda reforma política que amplie a participação popular, que fortaleça os partidos, combata o personalismo e a influência do capital financeiro sobre as campanhas;

b) Garantir maior transparência financeira e de mandatos, com o fim de sessões e votos secretos, que ponha fim à imunidade parlamentar, etc;

c) Lutar pelo resgate do sentido ético no partido e nos governos petistas;

d) Defender a apuração e punição dos dirigentes partidários envolvidos em irregularidades financeiras;

e) Apoiar a ampliação do diálogo do governo com os movimentos sociais;

f) Reafirmar a nossa identidade e a afinidade com o socialismo democrático, construindo a Independência partidária: o PT tem que ser o protagonista na defesa do Governo Lula, mas não pode ficar refém do mesmo, perdendo assim seu caráter de partido transformador;

g) Ampliar a Escola Nacional de Formação Política do PT para os municípios;

h) Lutar pelo Pré-sal como bem do povo brasileiro, um novo marco regulatório;

i) Afirmar candidatura do PT em 2010, através do nome da companheira Dilma Rousseff;

j) Reavaliar as políticas de alianças, redirecioná-la ao nosso bloco histórico do campo Democrático e Popular;

l) Ampliar e resgatar os espaços do PT no Governo Federal.


3.3 - ESTADUAL

O PT está inserido numa aliança que não soma ao nosso projeto estratégico. Esta aliança está caracterizada na participação do governo Sérgio Cabral. Mesmo com todos os investimentos do Governo Federal para projetos e obras no estado, que garantem a maioria das ações do governo Cabral, os índices de avaliação do seu governo são os mais baixos dentre os governadores que disputarão reeleição.

a) Fazer oposição ao governo populista, repressivo e demagógico: Sérgio Cabral.

b) Romper com a política do “CAVEIRÃO” e da segurança pública, não queremos intervenções armadas e sim presença real do Estado nas comunidades periféricas.

c) Defender candidatura própria do PT em 2010.

d) Apoiar a mobilização dos profissionais de educação do Estado.


3.4 - MUNICIPAL

Entendemos que a nova direção do partido que será eleita, em 22 de novembro de 2009, terá como tarefa fortalecer o PT no município, por isso propomos:

a) Formular políticas públicas fazendo oposição aos governos da FRENTE OLIGÁRQUICA (PSDB/PMDB) no município. Estes partidos historicamente promovem a política da exclusão social, violência, desemprego, da falta de qualidade da educação pública, da falta de transparência, do autoritarismo, da degradação ambiental, da repressão ao movimento estudantil, desvalorização dos servidores, da opressão aos pobres, negros, mulheres, jovens e moradores das periferias e péssimo serviço de transporte coletivo.

b) Defender a saída imediata do PT dos governos do PMDB e construção de candidaturas petistas, militantes e de esquerda para o Estado do Rio de Janeiro em 2010 e para Macaé em 2012. A participação no governo do prefeito Riverton Mussi (PMDB) é uma estratégia de desmoralização e enfraquecimento do PT.

c) Assumir que o partido terá de atuar numa Macaé dominada pelo capital financeiro, pela corrupção e pelas práticas políticas clientelistas, de troca de favores, de apadrinhamentos e compra de votos para a perpetuação do poder nas mãos dos mesmos poucos e gananciosos atores;

d) Defender a propriedade pública, o planejamento democrático e ambientalmente orientado, a participação da sociedade para eliminar a desigualdade e promover a mais profunda democratização política; Orçamento Participativo


4 – Construção Partidária

a) Resgatar a militância de base, elevando a auto-estima de seus filiados, mantendo a coerência com os princípios que sempre nortearam a trajetória de luta do partido, investindo em formação política, promovendo debates com a sociedade;

b) Resgatar a democracia interna do partido.

c) Rechaçar com vigor tentativas de filiação ao partido de figuras políticas não compatíveis com os nossos princípios, políticas e trajetória.

d) Organizar uma sede partidária democrática;

e) Apoio à criação de núcleos de base, gênero e de etnia;

f) Acompanhar os mandatos de vereança, com autonomia e senso crítico;

g) Exigir transparência e eficiência na gestão partidária;

h) Investir na formação política que garanta novas lideranças


CHAPA – TÔ VENDO UMA ESPERANÇA!!!

- Candidato a Presidente: André “Au Au” Barbosa

Apoios: Valdick Souza de Oliveira (Dir. de Formação Sindipetro-NF),
Carlos Breda (Dir. de Comunicação do Sindipetro-NF),
Cláudio Alberto (Dir. de Aposentados do Sindipetro-NF),
Gaúcho (Coord. da Associação dos Produtores e Moradores do Assentamento Pref. Celso Daniel),
Ricardo Matias (Pres. da G.R.E.S. Unidos dos Estudantes),
Profª Ivania Ribeiro (Vice-Pres. do Sinpro - Macaé e Região),
Normando Rodriguez (Advogado e Assessor Sindical do Sindipetro-NF/Cedae),
Ertha Buys (Aposentada R.F.F.S.A. e Filiada PT-RJ),
Fernanda Viseu (Jornalista do Sindipetro-NF e Ex-Sec. de Formação Política do PT-Macaé),
Prof. José Luiz Vianna da Cruz (Filiado PT-Campos),
Maria de Fátima Valentin Pessanha (Assistente Social e Filiada PT-Campos),
Valter Pomar (Sec. Nac. de Relações Internacionais do PT),
Geraldo Cândido (Ex-Senador),
Iriny Lopes (Dep. Federal e Sec. Nac. de Formação Política do PT),
Joaquim Soriano (Sec. Nac. de Organização do PT),
Marcel Frison (Sec. de Governo da Pref. de São Leopoldo-RS),
Marlene da Rocha (Ex-Sec. Nac. de Formação Política do PT e Ex- Coord. Federal do Prog. Fome Zero),
Inês Pandeló (Dep. Estadual-RJ),
Iran Barbosa (Dep. Federal-SE),
Múcio Magalhães (Sec. de Governo da Pref. de Recife-PE),
Flávio Loureiro (Executiva Est. do PT-RJ),
Alessandro Molon (Dep. Estadual-RJ),
André Taffarel (Ver. de Mesquita-RJ),
Almir Barbio (Pres. do PT-São Gonçalo),
Valmir Assunção (Dep. Estadual-BA),
Adão Preto (Dep. Federal-RS),
Raul Pont (Dep. Estadual e Ex-Pref. de Porto Alegre-RS),
João Paulo (Pref. de Recife-PE),
Ary Vanazzi (Pref. de São Leopoldo-RS),
José Fricths (Ex-Ministro da Aqüicultura e Pesca),
Olívio Dutra (Ex-Governador do RS e Ex-Ministro das Cidades),
Chico D´Angelo (Deputado Federal-RJ),
Lindberg Farias (Prefeito de Nova Iguaçu)

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